CONCEITOS BÁSICOS vitalidade fetal Flashcards

(31 cards)

1
Q

Quatro comunicações que se fecham após o nascimento

A

Cordão umbilical
Ducto venoso
Foram oval
Canal arterial

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Q

Formação do cordão umbilical

A

2 artérias com sangue rico em CO2, que volta para a placenta
+
1 veia com sangue venoso rico em O2 que vai para o feto

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3
Q

Comunicação do Ducto venoso

A

Veia umbilical e a veia cava INFERIOR

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4
Q

Comunicação do Forame oval

A

Átrio direito e o Átrio esquerdo

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5
Q

Quando acontece hipóxia fetal aguda e quais são suas principais causas

A

O sofrimento fetal ocorre quando temos uma diminuição ou interrupção na oferta de nutrientes ao feto.

Suas principais causas:
- Trabalho de parto de fetos com insuficiência placentária
- Hipovolemia materna
- Hipotensão materna
- Taquissistolia (+5 contrações em 10 min)
- Compressão funicular/ prolapso de cordão
- Descolamento prematuro de placenta
- Rotura uterina

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6
Q

Quando acontece hipóxia fetal crônica e quais são suas principais causas

A

Hipóxia fetal crônica acontece quando existe um decréscimo paulatino da oferta de oxigênio e nutrientes e suas principais causas são:

  • Hipertensão materna
  • Diabetes
  • Colagenoses (doenças autoimunes que afetam o tecido conjuntivo)
  • Trombofilias
  • Gestação múltipla
  • Pós datismo
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7
Q

Alterações da Dopplervelocimetria e ultrassonográficas na hipóxia crônica

A
  • Aumento da resistência da artéria umbilical
  • Diminuição da resistência da artéria cerebral média
  • Aumento da resistência do ducto venoso
  • Diminuição do líquido amniótico
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8
Q

AUSCULTA CARDÍACA FETAL INTERMITENTE. Quem deve fazer e quando

A

Todas as gestantes devem fazer. É feito no pré-natal (a partir de 12 semanas) e no Parto (a cada 15-30 min na fase ativa e a cada 5-10 min na fase expulsiva)

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9
Q

MOBILOGRAMA. O que é, para quem está indicado e quando está alterado

A

É um exame feito pelas gestantes de contagem dos movimentos fetais. Deve ser feito a partir da semana 34 em gestações de baixo risco e a partir da semana 26 nas de alto risco.

O resultado é alterado quando temos menos de 10 movimentos/ dia

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10
Q

Faixa de FCF no terceiro trimestre

A

110 a 160 BPM

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11
Q

O qué a cardiotocografia, o que ele registra e para quem está indicado

A

É o exame mais utilizado para avaliar vitalidade fetal em partos de alto risco
Registra frequência cardíaca, contrações e movimentos fetais
Está indicado em gestações de alto risco e pode ser feita à partir de 24-26 semanas

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12
Q

Qual a variabilidade normal da FCF na cardiotocografia e o que as variabilidades alteradas podem indicar

A

6 - 25 bpm
Variabilidade reduzida pode indicar sofrimento fetal (mas também pode ser feto dormindo)
Variabilidade fetal, na maioria das vezes, indica que o feto se mexeu

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13
Q

Padrão sinusoidal na cardiotocografia. Como é e a que está relacionado

A

É uma variabilidade com ondas fixas e regulares em forma de sinos e representa hipóxia grave relacionada com anemia hemolítica pré natal

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14
Q

Definição de acelerações transitórias e o que elas indicam

A

Aumento da FCF > 15 bpm por mais de 15 segundos e menos de 2 min > 32 semanas

Aumento da FCF > 10 bpm por mais de 10 segundos e menos de 2 min < 32 semanas

As acelerações transitórias indicam BOA VITALIDADE fetal e são mais consideráveis no pré natal que no parto

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15
Q

Tipos de desacelerações na frequência cardíaca e o que elas indicam

A

Desaceleração precoce: Quedas periódicas da frequência cardíaca fetal em mais de 15 bpm por mais de 15 segundos e COINCIDENTES com as contrações uterinas. Duram 30 segundos e não são patológicas

Desaceleração tardia: Quedas periódicas da frequência cardíaca fetal em mais de 15 bpm por mais de 15 segundos APÓS as contrações uterinas. Duram 30 segundos e são patológicas indicando hipóxia fetal com diminuição da circulação uteroplacentária

Desacelerações variáveis: Duram menos de 30 segundos (queda abrupta) e NÃO ESTÃO relacionadas com às contrações e estão relacionadas a hipóxia fetal

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16
Q

Critérios para Categoria 1 - Normal - sem sinais de hipóxia na Cardiocotografia intraparto

A

Todos abaixo:
Linha de base entre 110-160 bpm
Variabilidade moderada
Ausência de desacelerações tardias ou variáveis
Acelerações podem ou não estar presentes e desacelerações podem ou não estar presentes

OBS: presença de desaceleração precoce mantém a categoria como 1

17
Q

Critérios para Categoria 3 - Anormal - sugestivo de hipóxia na Cardiocotografia intraparto e suas condutas

A

Variabilidade ausente ou mínima E:

  • Bradicardia
    OU
  • Desacelerações tardias recorrentes
    OU
  • Desacelerações variáveis recorrentes

Suas condutas são as ressucitações intrauterinas ou resolução do parto

OBS: Presença de padrão sinusoidal também é categoria 3

18
Q

Como é categoria 2 na cardio cotografia e sua conduta

A

Desaceleração tardia ou variável com variabilidade da linha base e sua conduta são as medidas de ressuscitação intrauterina

19
Q

Medidas de ressuscitação intrauterina (que estão indicadas diante uma cardiocotografia alterada)

A
  • Melhorar a oxigenação fetal
  • Redução da atividade uterina
  • Aliviar compressão umbilical
  • Corrigir hipotensão materna
20
Q

Estruturas avaliadas na Dopplervelocimetria

A

Artéria uterina - Circulação útero placentária e está relacionada a predição de pré-eclâmpsia e restrição de crescimento fetal

Artéria umbilical - Circulação feto placentária - Primeiro território a ser avaliado na insuficiência placentária

Artéria cerebral média - Circulação território arterial fetal e afeta a Centralização fetal diminuindo a resistência dessa artéria

Ducto venoso - Avalia a acidemia fetal

21
Q

Índices da doppler velocimetria e suas fórmulas

A

Índice de pulsatilidade = S - D / M
Índice de resistência= S - D / S
Relação S / D = S / D

OBS: Quanto mais baixas essas relações, melhor

22
Q

Indicações de Dopplervelocimetria obstétrica

A

Risco ou suspeita de insuficiência placentária
Predição de pré-eclâmpsia
Rastreamento de anomalias cromossômicas
Acompanhamento de anemia fetal

23
Q

Alteração importante na avaliação da artéria uterina

A

Incisura protodiastólica

24
Q

Alterações presentes na avaliação da artéria umbilical

A

Ausência ou reversão da diástole que indicam ALTA resistência da artéria

25
Morfologia fisiológica da pulsatilidade da artéria cerebral média
Alta resistência e alta pulsatilidade. Sístole alta e diástole baixa
26
Conduta diante um ducto venoso alterado (IP > 1.0)
RESOLUÇÃO DA GESTAÇÃO
27
Conduta diante artéria uterina alterada com DIÁSTOLE PRESENTE em mais de 37 semanas, 34 - 37 semanas, < 37 semanas de gestação
> 37 semanas = Resolução 34 - 37 semanas = Resolução se também houver hipertensão ou oligoâmnio (<5 cm) ou restrição de crescimento fetal
28
Conduta diante artéria uterina alterada com DIÁSTOLE AUSENTE em mais de 34 semanas e menos de 34 semanas
34 ou mais semanas = Resolução Menos de 34 = Avaliação diária
29
Conduta diante artéria uterina alterada com DIÁSTOLE REVERSA em mais de 32 semanas e menos de 32 semanas
> 32 semanas = Resolução < 32 semanas = Vitalidade fetal diária
30
Quais são as variáveis do perfil biofísico fetal (PBF) e como classificar
Movimentos respiratórios fetais 0 - 2 (segundo a se alterar) Movimentos corporais fetais 0 - 2 Tônus fetal 0 - 2 (último a se alterar) Reatividade cardíaca fetal 0 - 2 (primeiro a se alterar) Valor quantitativo do volume do líquido amniótico 0 - 2 Classificação 8 ou mais = Normal < 8 = Monitorização ou resolução da gestação
31
Dr CoNiVADO
Dr Definir Risco Co Contrações Ni Nível V Variações A Acelerações D Desacelerações O Orientação / Conduta