Quatro comunicações que se fecham após o nascimento
Cordão umbilical
Ducto venoso
Foram oval
Canal arterial
Formação do cordão umbilical
2 artérias com sangue rico em CO2, que volta para a placenta
+
1 veia com sangue venoso rico em O2 que vai para o feto
Comunicação do Ducto venoso
Veia umbilical e a veia cava INFERIOR
Comunicação do Forame oval
Átrio direito e o Átrio esquerdo
Quando acontece hipóxia fetal aguda e quais são suas principais causas
O sofrimento fetal ocorre quando temos uma diminuição ou interrupção na oferta de nutrientes ao feto.
Suas principais causas:
- Trabalho de parto de fetos com insuficiência placentária
- Hipovolemia materna
- Hipotensão materna
- Taquissistolia (+5 contrações em 10 min)
- Compressão funicular/ prolapso de cordão
- Descolamento prematuro de placenta
- Rotura uterina
Quando acontece hipóxia fetal crônica e quais são suas principais causas
Hipóxia fetal crônica acontece quando existe um decréscimo paulatino da oferta de oxigênio e nutrientes e suas principais causas são:
Alterações da Dopplervelocimetria e ultrassonográficas na hipóxia crônica
AUSCULTA CARDÍACA FETAL INTERMITENTE. Quem deve fazer e quando
Todas as gestantes devem fazer. É feito no pré-natal (a partir de 12 semanas) e no Parto (a cada 15-30 min na fase ativa e a cada 5-10 min na fase expulsiva)
MOBILOGRAMA. O que é, para quem está indicado e quando está alterado
É um exame feito pelas gestantes de contagem dos movimentos fetais. Deve ser feito a partir da semana 34 em gestações de baixo risco e a partir da semana 26 nas de alto risco.
O resultado é alterado quando temos menos de 10 movimentos/ dia
Faixa de FCF no terceiro trimestre
110 a 160 BPM
O qué a cardiotocografia, o que ele registra e para quem está indicado
É o exame mais utilizado para avaliar vitalidade fetal em partos de alto risco
Registra frequência cardíaca, contrações e movimentos fetais
Está indicado em gestações de alto risco e pode ser feita à partir de 24-26 semanas
Qual a variabilidade normal da FCF na cardiotocografia e o que as variabilidades alteradas podem indicar
6 - 25 bpm
Variabilidade reduzida pode indicar sofrimento fetal (mas também pode ser feto dormindo)
Variabilidade fetal, na maioria das vezes, indica que o feto se mexeu
Padrão sinusoidal na cardiotocografia. Como é e a que está relacionado
É uma variabilidade com ondas fixas e regulares em forma de sinos e representa hipóxia grave relacionada com anemia hemolítica pré natal
Definição de acelerações transitórias e o que elas indicam
Aumento da FCF > 15 bpm por mais de 15 segundos e menos de 2 min > 32 semanas
Aumento da FCF > 10 bpm por mais de 10 segundos e menos de 2 min < 32 semanas
As acelerações transitórias indicam BOA VITALIDADE fetal e são mais consideráveis no pré natal que no parto
Tipos de desacelerações na frequência cardíaca e o que elas indicam
Desaceleração precoce: Quedas periódicas da frequência cardíaca fetal em mais de 15 bpm por mais de 15 segundos e COINCIDENTES com as contrações uterinas. Duram 30 segundos e não são patológicas
Desaceleração tardia: Quedas periódicas da frequência cardíaca fetal em mais de 15 bpm por mais de 15 segundos APÓS as contrações uterinas. Duram 30 segundos e são patológicas indicando hipóxia fetal com diminuição da circulação uteroplacentária
Desacelerações variáveis: Duram menos de 30 segundos (queda abrupta) e NÃO ESTÃO relacionadas com às contrações e estão relacionadas a hipóxia fetal
Critérios para Categoria 1 - Normal - sem sinais de hipóxia na Cardiocotografia intraparto
Todos abaixo:
Linha de base entre 110-160 bpm
Variabilidade moderada
Ausência de desacelerações tardias ou variáveis
Acelerações podem ou não estar presentes e desacelerações podem ou não estar presentes
OBS: presença de desaceleração precoce mantém a categoria como 1
Critérios para Categoria 3 - Anormal - sugestivo de hipóxia na Cardiocotografia intraparto e suas condutas
Variabilidade ausente ou mínima E:
Suas condutas são as ressucitações intrauterinas ou resolução do parto
OBS: Presença de padrão sinusoidal também é categoria 3
Como é categoria 2 na cardio cotografia e sua conduta
Desaceleração tardia ou variável com variabilidade da linha base e sua conduta são as medidas de ressuscitação intrauterina
Medidas de ressuscitação intrauterina (que estão indicadas diante uma cardiocotografia alterada)
Estruturas avaliadas na Dopplervelocimetria
Artéria uterina - Circulação útero placentária e está relacionada a predição de pré-eclâmpsia e restrição de crescimento fetal
Artéria umbilical - Circulação feto placentária - Primeiro território a ser avaliado na insuficiência placentária
Artéria cerebral média - Circulação território arterial fetal e afeta a Centralização fetal diminuindo a resistência dessa artéria
Ducto venoso - Avalia a acidemia fetal
Índices da doppler velocimetria e suas fórmulas
Índice de pulsatilidade = S - D / M
Índice de resistência= S - D / S
Relação S / D = S / D
OBS: Quanto mais baixas essas relações, melhor
Indicações de Dopplervelocimetria obstétrica
Risco ou suspeita de insuficiência placentária
Predição de pré-eclâmpsia
Rastreamento de anomalias cromossômicas
Acompanhamento de anemia fetal
Alteração importante na avaliação da artéria uterina
Incisura protodiastólica
Alterações presentes na avaliação da artéria umbilical
Ausência ou reversão da diástole que indicam ALTA resistência da artéria