Doenças clínicas na gravidez Flashcards Preview

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Flashcards in Doenças clínicas na gravidez Deck (91):
1

Doença Hipertensiva Específica da Gravidez (DHEG) 

Classificação? (5)

  1. Pré-eclâmpsia (leve x grave);
  2. Eclâmpsia;
  3. Hipertensão crônica;
  4. Hipertensão crônica com pré-eclâmpsia sobreposta;
  5. Hipertensão gestacional.

2

Devemos investigar proteinúria em gestantes com alto risco para lesão renal no _ (1º/2º) trimestre.

1º.

3

Pré-eclâmpsia

HAS + proteinúria após 20 semanas de gravidez, em paciente previamente normotensa.

4

O diagnóstico de pré-eclâmpsia só pode ser feito a partir de qual semana gestacional? Explique.

20.

5

Ausência da 2ª onda de penetração trofoblástica pode ser rastreada por qual exame?

dopplerfluxometria da artéria uterina.

6

V ou F?

Na fisiopatologia da DHEG há aumento de tromboxano A2 e de prostaciclina, bem como maior agregação plaquetária.

Falso

Na DHEG há ↑ tromboxano A2 (vasoconstritor), ↓ prostaciclina (vasodilatador), ↑ agregação plaquetária.

7

V ou F?

Na pré-eclâmpsia, se o EAS for normal podemos descartar proteinúria.

Falso

Na pré-eclâmpsia, se o EAS for normal não podemos descartar proteinúria. Devemos pedir Urina de 24 horas (padrão-ouro)!

8

V ou F?

O tabagismo é um fator de risco para pré-eclâmpsia.

Falso

O tabagismo é um fator protetor para pré-eclâmpsia.

9

Pré-eclâmpsia

Fatores de risco? (6)

  1. Nulíparidade;
  2. HAS;
  3. DM;
  4. Vasculopatia prévia;
  5. Pré-eclâmpsia em gestação anterior;
  6. Exposição excessiva às vilosidades (gemelar, mola).

10

Pré-eclâmpsia

Quem é alto risco?

Aquela apresentando qualquer fator de risco:

  1. PE em gestação anterior;
  2. HAS crônica;
  3. Vilosidades excessivas (gemelar, mola).

11

Pré-eclâmpsia

Medicação para prevenção em secundigesta de alto risco?

AAS 100 mg, a partir de 12-16 semanas.

(fazer também suplementação de cálcio se ingesta inadequada)

12

Pré-eclâmpsia

Diagnóstico? (3)

  1. PA ≥ 140 x 90 (mas < 160 x 110);
  2. Proteinúria > 300 mg/24h OU > +1 na fita teste OU relação proteinúria/creatininúria > 0,3;
  3. Sem sinais de gravidade.

13

Pré-eclâmpsia

Sinais de gravidade? (8)

  1. PA ≥ 160 x 110 mmHg (2 aferições);
  2. Proteinúria > 5 g/2h (2+ na fita);
  3. Edema agudo de pulmão (EAP);
  4. Creatinina > 1,3 mg/dl;
  5. Oligúria (< 400 ml/24h OU 25 ml/h);
  6. Síndrome HELLP;
  7. Crescimento intrauterino restrito;
  8. Iminência de eclâmpsia: cefaleia, escotomas, epigastralgia/dor em barra no HD, ↑reflexos.

(proteinúria não é bom marcador para sinal de gravidade)

14

Pré-eclâmpsia

Meta pressórica?

PAs 140-155 mmHg e  PAd 90-105 mmHg.

15

Pré-eclâmpsia

Conduta, se leve?

Expectante até o termo, conforme condições maternas e fetais. Não faz anti-hipertensivos, nem sulfato de magnésio!

16

Pré-eclâmpsia

Conduta, se grave? (4)

  1. Interromper se IG > 34 semanas;
  2. Crise: hidralazina IV, labetalol IV, nifedipina VO;
  3. Manutenção: metildopa VO, hidralazina VO, pindolol VO;
  4. Sulfato de magnésio (iminência, crise e no parto).

17

Drogas que devem ser evitadas no tratamento da pré-eclâmpsia? (3)

DIP

  1. Diuréticos;
  2. IECA (captopril/enalapril);
  3. Propranolol.

18

Pré-eclâmpsia

Porque os diuréticos devem ser evitados?

Precipitam hipovolemia e pioram perfusão placentária na gestante que já apresenta contração do volume intravascular.

19

Pré-eclâmpsia

Medicação evitada baseado nos efeitos nocivos ao feto?

5 alterações provocadas?

  1. IECA e BRA-II.
  2. Alterações:
    1. Oligodrâmnia;
    2. Anomalias renais;
    3. Insuficiência renal neonatal;
    4. Hipoplasia pulmonar;
    5. Retardo mental.

20

V ou F?

Os anti-hipertensivos não estão indicados na pré-eclâmpsia com PA < 160 x 110 mmHg.

Verdadeiro.

21

V ou F?

O IECA e o BRA-II são contraindicados na gestação com risco de pré-eclâmpsia devido aos riscos maternos, devendo ser suspensos se houver uso prévio.

Falso

O IECA e o BRA-II são contraindicados na gestação com risco de pré-eclâmpsia devido aos riscos fetais, devendo ser suspensos se houver uso prévio.

22

V ou F?

Na pré-eclâmpsia o parto pode ser vaginal, à depender das condições maternas (gravidade, BISHOP) e fetais (SFA).

Verdadeiro.

23

Pré-eclâmpsia interrupção da gestação

Se grave e < 34 semanas?

Corticoide (Betametasona 12 mg IM 2 dias ou Dexametasona 6 mg IM 12/12h 2 dias)

OU

Parto (se sofrimento fetal).

24

Pré-eclâmpsia interrupção da gestação

Se grave e > 34 semanas?

Parto... mas somente após estabilização!

25

Pré-eclâmpsia

Complicações maternas? (4)

READ

  1. Rotura hepática;
  2. Eclâmpsia;
  3. AVC;
  4. Descolamento Prematuro de Placenta (DPP).

26

Pré-eclâmpsia

Complicações fetais? (3)

  1. CIUR (Crescimento Intrauterino Restrito);
  2. Centralização;
  3. Óbito.

27

Eclâmpsia

Aparecimento de convulsões tonico-clônicas generalizadas, numa gestante com pré-eclampsia.

28

Eclâmpsia

Sintomas de iminência? (4)

  1. Cefaleia (fronto-occipital refratária);
  2. Visão turva, diplopia, escotomas;
  3. Epigastralgia;
  4. Hiperreflexia.

29

Eclâmpsia

Conduta?

  1. Interromper após estabilização;
  2. Crise: hidralazina IV, labetalol IV, nifedipina VO;
  3. Manutenção: metildopa VO, hidralazina VO, pindolol VO;
  4. Sulfato de magnésio (iminência, crise e no parto).

30

Doença Hipertensiva Específica da Gravidez (DHEG)

Principal droga usada para prevenir?

Sulfato de magnésio

Exceto em: PE leve, HAS com PE sobreposta, hipertensão gestacional e crônica.

31

DHEG sulfato de magnésio

Como fazer?

Dose de ataque lentamente (20 min)

+

Dose de manutenção (com ou sem bomba de infusão).

32

DHEG sulfato de magnésio

Esquemas? (3)

Pritchard:

  • Ataque → 4g IV lento + 10g IM
  • Manutenção → 5g IM 4/4h.

Zuspan:

  • Ataque → 4g IV lento
  • Manutenção → 2g IV 1/1h em BI.

Sibai:

  • Ataque → 6g IV lento
  • Manutenção → 2-3g IV 1/1h em BI.

33

DHEG

Magnesemia terapêutica?

4-7 mEq/L

A dosagem é dispensável para fazer o acompanhamento (pode ser clínico).

34

DHEG sulfato de magnésio

Conduta, se intoxicação?

Suspender sulfato de magnésio

+

Antídoto (gluconato de cálcio 10 mL a 10%).

35

DHEG sulfato de magnésio

Conduta, se gestante convulsionar?

Repetir com metade da dose de ataque!

36

DHEG sulfato de magnésio

Sinais de intoxicação? (4)

  1. Reflexos patelares ausentes;
  2. FR < 12-16 irpm;
  3. Magnésio > 8 mEq/L;
  4. Parada cardiorrespiratória.

37

DHEG sulfato de magnésio

Valor da diurese que pode levar à intoxicação?

< 25 ml/h.

38

DHEG sulfato de magnésio

Principal doença que contraindica o uso da droga?

Miastenia Gravis.

39

Síndrome HELLP

Gestante com pré-eclâmpsia apresentando hemólise + alteração das enzimas hepáticas + ↓plaquetas.

40

Síndrome HELLP

Diagnóstico? (5)

  1. Hemólise (anemia hemolítica microangiopática):
    1. LDH > 600;
    2. Bilirrubina > 1,2 mg/dl;
    3. esquizócitos.
  2. AST (TGO) > 70;
  3. Plaquetopenia (< 100.000/mm³).

41

V ou F?

A síndrome HELLP apresenta achados laboratoriais semelhantes à Púrpura Trombocitopênica Trombótica.

Verdadeiro.

Ambas cursam com trombocitopenia e anemia hemolítica microangiopática.

42

Esquizócitos também são chamados de...

células em capacete.

43

HAS crônica com pré-eclâmpsia sobreposta

HAS prévia agravada na gestação (após 24 semanas) + proteinúria.

44

HAS crônica com pré-eclâmpsia sobreposta

Diagnóstico?

Paciente com HAS prévia + critérios de PE após 20 semanas.

45

HAS crônica com pré-eclâmpsia sobreposta

Conduta? (4)

  1. Interromper gestação (se grave);
  2. Crise: hidralazina IV, labetalol IV, nifedipina VO;
  3. Manutenção: alfametildopa VO;
  4. Sulfato de magnésio.

46

HAS gestacional

HAS ao final da gestação, sem sinais de PE, retornando à normalidade em até 12 semanas pós-parto.

47

HAS gestacional

Diagnóstico?

Retrospectivo, devido à normalização da PA no pós-parto + ausência de proteinúria ou complicações.

48

HAS gestacional

Conduta?

  1. Crise: hidralazina IV, labetalol IV, nifedipina VO;
  2. Manutenção (alfametildopa) e sulfato de magnésio dispensáveis.

49

HAS crônica

HAS previamente à gestação ou antes de 20 semanas, sem proteinúria e que persiste mesmo após 12 semanas de pós-parto.

50

HAS crônica

Diagnóstico?

Sem critério de pré-eclâmpsia + sinais sugestivos:

  1. Plaquetas, ácido úrico e antitrombina III normais;
  2. Ausência de fatores de risco;
  3. Calciúria > 100 mg/24h.

51

HAS crônica

Conduta?

  1. Alfametildopa VO para manutenção;
  2. Dispensa sulfato de magnésio.

52

A esteatose hepática aguda, normalmente ocorre em qual trimestre gestacional?

3º (EsTRÊSatose).

53

Esteatose hepática aguda

Clínica? (4)

  1. Náuseas;
  2. Vômitos;
  3. Dor no hipocôndrio direito;
  4. Icterícia.

54

Esteatose hepática aguda

Achados laboratoriais? (6)

  1. ↑Bilirrubina direta;
  2. ↑TGO e TGP;
  3. Leucocitose;
  4. Hipoglicemia;
  5. Hipofibrinogenemia;
  6. Hiperuricemia.

55

V ou F?

A esteatose hepática aguda na grávida apresenta-se de forma branda e, geralmente, não há complicações.

Falso

A esteatose hepática aguda na grávida apresenta-se de forma muito grave e com complicações (insuficiência hepática, renal e morte fetal).

56

A esteatose hepática aguda na gestação, pode evoluir com...

  1. Insuficiência hepática e renal;
  2. Morte fetal (devido à acidose materna).

57

Esteatose hepática aguda

Diagnósticos diferenciais? (3)

  1. Síndrome HELLP;
  2. Hepatites virais;
  3. Hiperêmese.

58

Diabetes gestacional

Mulher sem diabetes apresenta níveis elevados de glicose no sangue durante a gravidez.

59

Qual o mecanismo de passagem da glicose pela placenta?

Difusão facilitada.

60

Diabetes gestacional

Fatores de risco? (7)

  1. Idade > 35 anos;
  2. IMC > 25;
  3. Antecedentes de diabetes gestacional / familiar de DM;
  4. História de macrossomia e polidramnia;
  5. Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP);
  6. HAS crônica;
  7. Na gravidez: ↑peso e suspeita clínica ou USG de crescimento fetal excessivo ou polidramnia.

61

DM gestacional

Critérios laboratoriais?

  1. Glicemia de jejum > 92-125 mg/dl na 1a consulta OU
  2. TOTG 75g entre 24-28 semanas alterado (pelo menos 1):
  • Glicemia de jejum > 92 mg/dl;
  • 1 hora > 180 mg/dl;
  • 2 horas > 153 mg/dl.

62

DM prévio

Critérios laboratoriais?

  1. Glicemia > 200 mg/dl + sintomas OU
  2. Glicemia > 200 mg/dl após 2h de TOTG 75g OU
  3. Glicemia de jejum > 126 mg/dl ou HbA1c > 6,5%.

63

Diabetes gestacional

Exame de rastreio no 1º trimestre?

Glicemia de jejum.

64

Diabetes gestacional

Se glicemia de jejum < 92 devo solicitar...

TOTG 75g, entre 24-28 semana.

65

Em gestantes com DM prévio, deve-se _______ (iniciar/manter/suspender) hipoglicemiantes orais, e _______ (iniciar/manter/suspender) insulinoterapia.

Suspender; iniciar.

66

Em gestantes com DM prévio, deve-se _______ (reduzir/aumentar) a dose de insulina no 1º trimestre, e _______ (reduzir/aumentar) a dose no 2º e 3º trimestres.

Reduzir; aumentar.

67

Diabetes gestacional

Classificação de Priscila White?

A - Diabetes gestacional

B - início > 20 anos de idade, durando < 10 anos

C - início entre 10-19 anos de idade OU durando entre 10-19 anos

D - retinopatia benigna OU hipertensão OU início < 10 anos de idade OU durando > 20 anos

F - nefropatia

R - retinopatia proliferativa

H - coronariopatia

T - transplantada renal

68

Diabetes gestacional

A1, A2 de Priscila White?

A1 - controle dietético.

A2 - controle apenas com insulina.

69

Diabetes gestacional

Principais complicações fetais? (7)

  1. Malformações congênitas (cardíacas);
  2. Síndrome de regressão caudal (+ específica);
  3. Morte fetal tardia súbita;
  4. Síndrome da angústia respiratória;
  5. Policitemia e hiperviscosidade fetal;
  6. Macrossomia/polidramnia;
  7. Distócia de ombro.

(apenas DM prévio faz malformações e síndrome de regressão caudal)

70

Diabetes gestacional

Principais complicações maternas? (4)

  1. HAS / pré-eclâmpsia;
  2. ITU;
  3. Candidíase;
  4. Cetoacidose.

71

Diabetes gestacional

Conduta inicial? (3)

Mudança do Estilo de Vida (MEV)

  1. Dieta fracionada;
  2. Atividade física;
  3. Controle glicêmico.

72

Diabetes gestacional

Metas do controle glicêmico de paciente em tentativa de MEV (dieta fracionada, atv. física...)? (jejum, 1h e 2h)

  1. Glicemia Jejum < 95 mg/dL;
  2. 1h após refeição < 140 mg/dL;
  3. 2h após refeição < 120 mg/dL.

73

Diabetes gestacional

Quando iniciar insulina?

Falha no controle glicêmico com dieta + exercícios por 2 semanas, com média diária > 110 mg/dl OU circunferência abdominal > p75 ao USG (entre 29-33 semanas).

74

V ou F?

Os hipoglicemiantes orais são seguros para uso na gestação.

Falso

Os hipoglicemiantes orais não são seguros para uso na gestação.

75

Diabetes gestacional

Via de parto?

Decisão obstétrica

Sendo necessária avaliar a permeabilidade da bacia materna e sua proporção com o tamanho fetal. Cesariana, se: macrossomia fetal ou vitalidade fetal comprometida.

76

V ou F?

No diabetes gestacional, devemos reduzir a dose de insulina após o parto para 2/3 da dose usada ao final da gestação ou a mesma usada antes da gestação.

Falso

No diabetes gestacional, devemos reduzir a dose de insulina após o parto para 1/3 da dose usada ao final da gestação ou a mesma usada antes da gestação.

77

Diabetes gestacional

Malformação mais específica?

Síndrome da regressão caudal.

(DM prévio)

78

Diabetes gestacional

Principal complicação intraparto?

Distócia de espáduas/ombro

Impactação óssea do diâmetro biacromial fetal entre o púbis e o promontório sacral maternos. É uma das emergências obstétricas mais temidas e imprevisíveis do parto.

79

Diabetes gestacional

Conduta puerperal?

TOTG 75 g em 4-12 semanas de puerpério.

80

Distócia de ombros (espáduas)

Manobras? (6)

  1. McRoberts;
  2. Rubin I;
  3. Gaskin;
  4. Rotacionais: Woods e Rubin II;
  5. Jacquemier;
  6. Zavanelli.

81

Se a distócia de ombros (espáduas) for confirmada, deve-se realizar a manobra de...

McRoberts

Aumento do agachamento (na parturiente em posição vertical) ou com a hiperextensão das coxas sobre o abdome (parturiente deitada).

82

Distócia de ombro

Rubin I?

Pressão supra-púbica realizada por 30 segundos de forma contínua na diagonal, na tentativa de aduzir o ombro anterior. Se insucesso: manter por mais 30 segundos em pulsos (como uma massagem cardíaca).

83

Distócia de ombro

Gaskin?

Parturiente em quatro apoios. Assistente deve repetir a manobra de tração do polo cefálico para desprendimento, desta vez através do ombro posterior (que estará visível anteriormente em quatro apoios). Resolve 80% dos casos.

84

Distócia de ombro

Manobras rotacionais?

  1. Rubin II: Pressão em face escapular do ombro anterior do feto (adução do ombro).
  2. Woods (saca-rolha): pressão na face clavicular do ombro posterior do feto com auxílio de 2 dedos, rodando-o 180º.

 

 

85

Distócia de ombros

Manobras proscritas (proibidas)? (2)

Kristeller (pressão fúndica uterina) e tração cervical.

86

Bacteriúria assintomática

Diagnóstico?

≥ 100.000 UFC/mL, sem sintomas.

87

Bacteriúria assintomática

Conduta?

Antibiótico + urocultura de controle.

88

Bacteriúria assintomática

Antibióticos mais usados? (3)

FAN

  1. Fosfomicina;
  2. Amoxicilina;
  3. Nitrofurantoína.

89

Principal causa de icterícia na gestação?

Hepatites virais.

90

Cirurgia não-obstétrica mais comum durante a gestação?

Apendicectomia.

91

Anemia mais comum da gestação?

Ferropriva.