Sofrimento fetal, fórcipe e puerpério Flashcards Preview

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Flashcards in Sofrimento fetal, fórcipe e puerpério Deck (127):
1

2

Sofrimento fetal crônico

Fatores de risco? (3)

Insuficiência placentária

  1. Pós-maturidade (> 42 sem);
  2. Pré-eclâmpsia;
  3. HAS.

3

Sofrimento fetal crônico

Manifestações? (4)

COCA

  1. Crescimento Intrauterino Restrito (CIUR);
  2. Oligodramnia;
  3. Complicações no pré-natal;
  4. Alterações ao doppler.

4

O que fazer diante da suspeita de CIUR?

USG 1o trimestre (confirmar IG).

5

Entre quais semanas gestacionais a medida do fundo uterino (FU) concorda com a IG?

18-30 semanas.

6

Medida do fundo uterino (FU) que levanta suspeita de CIUR?

FU 3 cm menor (medir entre 18-30 semanas).

7

CIUR

Exame de rastreio? Exame confirmatório?

  1. Rastreio: medida do fundo uterino.
  2. Confirmatório: Ultrassonografia.

8

CIUR

Indicador mais sensível?

Circunferência abdominal(↓).

9

Achado ultrassonográfico que confirma CIUR?

Peso inferior ao percentil 10 para IG.

10

CIUR

Tipos?

  1. Simétrico (tipo I);
  2. Assimétrico (tipo II);
  3. Misto (tipo III).

11

V ou F?

O CIUR simétrico (tipo I) é o mais comum (80% dos casos).

Falso

O CIUR assimétrico (tipo II) é o mais comum (80% dos casos). O CIUR simétrico (tipo I) representa 5-10% dos casos.

12

V ou F?

O CIUR simétrico (tipo I) é resultado de agressões ocorridas no início da gravidez.

Verdadeiro.

13

CIUR simétrico (tipo I)

Etiologias? (5)

  1. Infecções congênitas (CMV, parvovírus, rubéola);
  2. Anomalias congênitas (trissomias); 
  3. Drogas (β-bloqs);
  4. Exposição a substâncias químicas;
  5. Pequeno constitucional.

14

V ou F?

O CIUR assimétrico (tipo II) é resultado de agressão ocorrida no 2º/3º trimestre.

Verdadeiro.

15

CIUR assimétrico (tipo II)

Etiologias? (2)

Insuficiência placentária: HAS e DM.

16

V ou F?

O CIUR misto (tipo III) é resultante de uma associação de causas (infecções, cromossomopatias, drogas).

 

Verdadeiro.

17

O CIUR simétrico (tipo I) exibe uma relação CC/CA ______ (normal/aumentada).

CC: circunferência cefálica / CA: circunferência abdominal

Normal.

(No CIUR tipo II a relação CC/CA estará aumentada)

18

Dopplerfluxometria artéria uterina

Parâmetros avaliados?

Circulação materna e incisura protodiastólica (bilateral).

19

Dopplerfluxometria artéria umbilical

Parâmetros avaliados?

Circulação placentária e resistência ao fluxo.

20

Dopplerfluxometria artéria cerebral média

Parâmetros avaliados?

Circulação fetal e centralização fetal.

21

V ou F?

A presença de incisura protodiastólica (bilateral) da artéria uterina ao doppler a partir de 26 semanas de IG, confirma situação patológica. 

Falso

A presença de incisura protodiastólica (bilateral) da artéria uterina ao doppler a partir de 26 semanas de IG, sugere situação patológica. Esse achado, aumenta o risco de CIUR e pré-eclâmpsia (6x).

22

V ou F? 

Numa gestação normal, o doppler de artéria umbilical mostra baixa resistência (alto fluxo).

Verdadeiro.

23

Dopplerfluxometria artéria umbilical

Achados anormais? (3)

  1. ↑Resistência (centralização);
  2. Diástole zero;
  3. Diástole reversa: grave!

24

V ou F?

A diástole reversa à dopplerfluxometria de artéria umbilical sugere insuficiência placentária grave.

Verdadeiro

Quando há diástole reversa, 90% da placenta não funciona (o feto está sobrevivendo com apenas 10% do fluxo).

25

Dopplerfluxometria artéria umbilical

Conduta, se diástole reversa?

Interromper gestação.

26

Numa gestacão normal, o doppler da artéria umbilical mostra ____ (alta/baixa) resistência, enquanto o da artéria cerebral média mostra ____ (alta/baixa) resistência.

Baixa; alta.

27

Explique como ocorre o fenômeno de centralização fetal.

28

Dopplerfluxometria

Órgãos nobres priorizados no fenômeno de centralização fetal? (3)

  1. Coração; 
  2. Cérebro;
  3. Suprarrenais.

29

Dopplerfluxometria ducto venoso

Indicação?

Fetos centralizados < 32 semanas (avaliar necessidade de interromper gravidez).

30

Dopplerfluxometria ducto venoso

Parâmetro avaliado?

Onda A.

31

Dopplerfluxometria ducto venoso

Achados anormais?

Onda A ausente ou negativa (abaixo da linha zero).

32

Na avaliação do ducto venoso à dopplerfluxometria, qual achado indica interrupção imediata da gestação?

Onda A negativa.

33

O que fazer diante da suspeita de Oligodramnia?

Medir FU → estará menor que o esperado para a IG.

(medir entre 18-30 semanas)

34

Oligodramnia

Causas? (4)

  1. Insuficiência placentária;
  2. RPMO;
  3. Malformação urinária;
  4. Drogas (IECA, indometacina).

35

Achado ultrassonográfico que confirma oligodramnia?

ILA (índice do líquido amniótico) < 5 cm ou maior bolsão menor que 2 cm.

(ILA normal: 8-18 cm; ILA reduzido: 5-8 cm)

36

Sofrimento fetal agudo

Diagnóstico? (4)

  1. Movimentação fetal;
  2. Microanálise do sangue fetal (desuso);
  3. Ausculta cardíaca (sonar e cardiotocografia);
  4. Perfil biofísico fetal.

37

Sofrimento fetal agudo

Frequência de movimentos fetais?

< 6/hora.

(normal: 6-10/hora)

38

Sofrimento fetal agudo

Achado da microanálise de sangue fetal que indica hipóxia?

pH < 7,20 no período de dilatação ou pH < 7,15 no período expulsivo.

39

V ou F?

O intervalo ideal para ausculta intermitente de BCF no periparto de gestações de baixo risco é de 30 em 30 minutos no período expulsivo.

Falso

O intervalo ideal para ausculta intermitente de BCF no periparto de gestações de baixo risco é de 30 em 30 minutos no período de dilatação e 15 em 15 minutos no período expulsivo.

40

Intervalo ideal para ausculta intermitente de BCF no periparto de gestações de alto risco no período de dilatação? E no expulsivo?

  1. Dilatação: 15/15 min.
  2. Expulsivo: 5/5 min.

41

Cardiotocografia (CTG)

Parâmetros monitorados? (3)

  1. BCF; 
  2. Contrações uterinas;
  3. Movimentação fetal.

42

Cardiotocografia (CTG)

Indicações para realização?

 

Gestações de alto risco E/OU com alteração à ausculta intermitente de BCF.

43

V ou F?

A linha de base na cardiotocografia indica o BCF médio em 30 min.

Falso

A linha de base na cardiotocografia indica o BCF médio em 10 min.

44

Sofrimento fetal 

Valor normal de referência do BCF?

110-160 bpm.

45

Cardiotocografia (CTG) 

Avaliação da variabilidade?

Diferença entre picos e vales do BCF.

46

Cardiotocografia (CTG) 

Achado de variabilidade que indica boa vitalidade fetal?

Alta variabilidade.

47

Cardiotocografia (CTG) 

Diferença entre BCFs para definição de variabilidade aumentada?

> 25.

48

Cardiotocografia (CTG) 

Diferença entre BCFs para definição de variabilidade moderada?

6-25.

49

Cardiotocografia (CTG) 

Diferença entre BCFs para definição de variabilidade mínima?

≤ 5.

50

Cardiotocografia (CTG) 

Diferença entre BCFs para definição de variabilidade ausente?

 

Zero.

51

Cardiotocografia (CTG) 

Achado indica feto reativo?

2 acelerações em 20 min.

52

Cardiotocografia (CTG) 

Caracterização da aceleração?

↑ 15 bpm em 15 segundos.

53

Cardiotocografia (CTG) 

Mecanismo causador da DIP tipo I?

Compressão do polo cefálico (reflexo vagal).

54

Cardiotocografia (CTG) 

Mecanismo causador da DIP tipo II?

 

Asfixia (sofrimento agudo).

55

Cardiotocografia (CTG) 

Mecanismo causador da DIP tipo III?

 

 

Compressão do cordão umbilical.

56

Cardiotocografia (CTG) 

Caracterização da ocorrência de DIP tipo I?

Inicio e fim junto a contração.

57

Cardiotocografia (CTG) 

Caracterização da ocorrência de DIP tipo II?

Início durante a contração e fim após o término da mesma.

 

 

58

Cardiotocografia (CTG) 

Caracterização da ocorrência de DIP tipo III?

Variável em relação à contração uterina.

59

Cardiotocografia (CTG) 

Achados sugestivos de sofrimento fetal agudo?

DIP II de repetição e DIP III desfavorável.

60

Cardiotocografia (CTG) 

Parâmetros que indicam DIP III desfavorável? (3)

  1. Recuperação lenta;
  2. Ausência de retorno à linha de base;
  3. Desaceleração bifásica (W).

61

Cardiotocografia (CTG) 

Ordem correta da sequência de alterações consequentes à hipóxia fetal aguda? (5)

  1. ↑ BCF;
  2. Desacelerações;
  3. ↓ variabilidade;
  4. ↓ BCF;
  5. DIP II de repetição.

62

Exames utilizados para realização do perfil biofísico fetal?

Cardiotocografia E USG.

63

Parâmetros ultrassonográficos observados para realização do perfil biofísico fetal? (4)

  1. VLA; 
  2. Movimentos fetais;
  3. Movimentos respiratórios; 
  4. Tônus fetal.

64

Sofrimento fetal

Conduta diante do achado de DIP II de repetição? (5)

  1. Parto (principal conduta);
  2. O2;
  3. Decúbito lateral esquerdo;
  4. Suspender ocitocina;
  5. Hidratação com Ringer Lactato.

65

Sofrimento fetal

Exame mais sensível para diagnóstico de sofrimento agudo?

Cardiotocografia (CTG).

66

O primeiro exame a se alterar diante do sofrimento fetal agudo é __________ (cardiotocografia / USG com doppler).

Cardiotocografia (CTG).

67

Sofrimento fetal

Último parâmetro a se alterar?

Volume do líquido amniótico.

68

V ou F?

No sofrimento fetal crônico o volume do líquido amniótico está normal e não faz distinção entre agudo e crônico.

Falso

No sofrimento fetal crônico o volume do líquido amniótico está alterado e é o que indica a natureza crônica, sendo o último a se alterar.

69

Fórcipe

Pegada ideal?

Biparietomalomentoniana.

70

V ou F?

A variedade transversa (ODT/OET) contraindica o uso do fórcipe Piper.

Falso

A variedade transversa (ODT/OET) contraindica o uso do fórcipe Simpson.

71

V ou F?

A variedade transversa (ODT/OET) indica o uso do fórcipe Kielland.

 

Verdadeiro.

72

V ou F?

A cabeça derradeira é também chamada de parto pélvico.

Verdadeiro.

73

Fórcipe

A cabeça derradeira (parto pélvico) indica o uso de qual?

Piper.

74

Fórcipe

Limite de rotação do fórcipe de Simpson?

45º.

75

Fórcipe

Condições necessárias para aplicar o fórcipe? (7)

APLICAR

  1. Ausencia de colo dilatado;
  2. Pelve proporcional;
  3. Livre canal de parto;
  4. Insinuação (DeLee+);
  5. Conhecer a variedade;
  6. Amniotomia;
  7. Reto/bexiga vazios.

 

76

Puerpério

Período de puerpério imediato?

1º ao 10º dia.

77

Puerpério

Período de puerpério tardio?

11º a 45º dia.

78

Puerpério

Apojadura ocorre até qual data pós-parto?

3º dia.

79

Puerpério

Etapas da lactação? (3)

  1. Mamogênese; 
  2. Lactogênese; 
  3. Lactopoiese.

80

Puerpério

Tempo após parto que há nova ovulação se não haver aleitamento materno exclusivo?

6 a 8 semanas.

81

Puerpério

Tempo após parto para o útero retornar à pelve?

Após 2 semanas.

82

Puerpério

No que consiste a crise vaginal?

Atrofia vaginal até 30 dias pós-parto.

83

Puerpério

Principal fármaco utilizado para suspensão da lactopoiese?

Cabergolina.

84

Puerpério

Tempo até cessação dos lóquios avermelhados?

Até o 4º dia.

85

Puerpério

Achado sugestivo da presença de restos ovulares no pós-parto?

Presença de lóquios vermelhos após a 2ª semana pós-parto.

86

Puerpério

Achados sugestivos de presença de infecção puerperal? (3)

  1. Odor fétido;
  2. Febre;
  3. Pus.

87

Puerpério

Caracterização da febre diante suspeita de infecção puerperal?

T ≥ 38ºC por mais de 48h no 2º-10º dia pós-parto.

88

Puerpério

Principais fatores de risco para endometrite? (4)

CARD

  1. Cesariana;
  2. Anemia;
  3. RPMO;
  4. Desnutrição.

89

Puerpério

Principal terapia proposta para endometrite?

Clindamicina + Gentamicina EV até 72h após desaparecimento de febre.

90

Puerpério

Principais causas de hemorragia puerperal? (4)

T-T-T-T

  1. Tônus (atonia);
  2. Trauma (laceração);
  3. Tecido (restos);
  4. Trombo (coagulopatia).

91

Puerpério

Principais fatores de risco para atonia uterina? (4)

  1. Gemelaridade;
  2. ↑ ILA;
  3. Corioamnionite;
  4. TP rápido ou lento.

92

Puerpério

Condutas propostas para atonia uterina? (6)

MOMRREU

  1. Massagem + Ocitocina ± Misoprostol;
  2. Manobra de Hamilton;
  3. Rafia de B-Lynch;
  4. Rafia vascular;
  5. Embolização uterina;
  6. Último: Histerectomia.

(em ordem de sequência, se falha)

93

Puerpério

Manobra de Hamilton?

Punho compressão invasiva do colo uterino.

94

Puerpério

Principal medida de prevenção contra atonia uterina?

Ocitocina 10U IM pós-expulsão fetal para todas as gestantes.

95

A biópsia de vilo corial pode ser realizada...

entre 10ª e 13ª semanas de gestação.

96

A amniocentese pode ser realizada...

a partir de 14ª - 16ª semanas de gestação.

97

A cordocentese pode ser realizada...

a partir de 28 semanas de gestação.

98

Sofrimento fetal

Medida utilizada como o objetivo de rastreamento de CIUR no pré-natal de baixo risco?

Aferir altura do fundo uterino.

99

No sofrimento fetal, a presença de incisura bilateral > 26 semanas aumenta o risco de...

CIUR E pré-eclâmpsia.

100

Órgão fetal que produz líquido amniótico no 2º/3º trimestres?

Rins.

101

O cordão umbilical é composto por... 

1 veia (sangue arterial) e 2 artérias (sangue venoso).

102

Cardiotocografia (CTG)

Padrão sinusoidal de desaceleração indica?

Anemia fetal grave.

103

Puerpério

Quadro psiquiátrico mais comum?

 

Disforia de Blues.

104

Puerpério

A disforia de Blues é caracterizada por? (3)

  1. Labilidade / irritabilidade;
  2. Fadiga/insônia;
  3. Choro fácil.

105

V ou F?

A Tríade de Bumm caracteriza a infecção puerperal.

Verdadeiro.

106

Puerpério

Tríade de Bumm (infecção puerperal)?

Útero...

  1. Doloroso;
  2. Amolecido;
  3. Hipoinvoluído.

107

Puerpério

Caracterização da tromboflebite pélvica séptica? (3)

  1. Febre persistente apesar do ATB e sem abscesso;
  2. É diagnóstico de exclusão;
  3. Imagem: doppler da veia ovariana.

108

Puerpério

Tratamento da tromboflebite pélvica séptica?

Heparina + ATB.

109

Massa ocupando cavidade vaginal + sangramento profuso e fundo uterino não palpável após dequitação, indica...

inversão uterina aguda.

110

O abscesso subareolar recidivante está relacionado ao...

tabagismo.

111

Puerpério

Tratamento do abscesso subareolar recidivante?

Ressecar o ducto E interromper o tabagismo.

112

Puerpério

Principal agente etiológico envolvido na mastite puerperal?

Staphylococcus aureus.

113

Puerpério

Causas de mastite puerperal?

Estase láctea E fissuras mamárias (pega inadequada).

114

Puerpério

Diagnóstico de mastite puerperal? (3)

 

Clínico...

  1. Mastalgia;
  2. Sinais flogísticos;
  3. Febre.

115

Puerpério

Tratamento de mastite puerperal? (3)

 

 

  1. AINEs;
  2. Ordenha*;
  3. ATB (cefalosporina de 1ª geração).

(*manter a amamentação)

116

V ou F?

A amamentação é contraindicada no caso de abscesso mamário.

 

Falso

A amamentação não é contraindicada* no caso de abscesso mamário.

(*exceto se pus ou incisão na papila - na contralateral deve-se continuar amamentando)

117

Puerpério

Tatamento do abscesso mamário? (3)

DOA

  1. Drenagem;
  2. Ordenha;
  3. ATB.

118

Puerpério

Referência de perda para hemorragia puerperal em parto vaginal? E parto cesariana?

  1. Vaginal: perdas > 0,5 L.
  2. Cesariana: perdas > 1 L.

119

Puerpério

Fatores de risco para hemorragia puerperal? (5)

  1. Gemelar; 
  2. Polidramnia; 
  3. Mioma; 
  4. Corioamnionite; 
  5. Trabalho de parto muito rápido (< 4 horas) ou muito lento.

120

A hemorragia puerperal tem como fator de risco a gestação _____ (gemelar / única), a ______ (polidramnia / oligodramnia), _______ (mioma / adenomioma), __________ (corioamnionite / sofrimento fetal agudo), e o trabalho de parto muito _______ (rápido / lento / rápido ou lento).

Gemelar; polidramnia; mioma; corioamnionite; rápido ou lento.

121

No puerpério, se caso houver atonia uterina refratária à conduta inicial (MOMRREU), deve-se fazer...

balão de Bakri.

(no máximo 24 horas)

122

Puerpério

Conduta em caso de retenção placentária? (3)

  1. Extração manual;
  2. Curetagem;
  3. Evitar tração excessiva. 

123

Puerpério

Conduta em caso de inversão uterina aguda?

Manobra de Taxe E/OU Huntington (cirurgia).

124

Principal causa de morte materna?

Hipertensão.

125

A bacteriúria assintomática na gravidez pode complicar com... (3)

  1. Pielonefrite;
  2. TP prematuro;
  3. CIUR.

(*OBS: sempre tratar na grávida)

126

O uso de captopril durante a gestação pode causar (no feto)...

agenesia renal E insuficiencia renal fetal.

127

Categoria de uso da metildopa?

Categoria B.